Luciana's profile(o\_!_/o) LidyKids (o\_!...PhotosBlogListsMore ![]() | Help |
(o\_!_/o) LidyKids (o\_!_/o)"O Importante é o que importa"
April 28 Poemas“Não é só a inércia a responsável pelo fato das relações humanas se repetirem caso após caso indescritivelmente monótonas e viciadas.
É a inibição frente a qualquer experiência nova e imprevista com a qual não nos achamos capazes de lidar.
Mas só alguém que esteja disposto a qualquer coisa, que não exclua nada, nem mesmo o mais enigmático, viverá a relação com o outro como uma experiência viva.” Rilke
"Eu faço minhas coisas, e você faz as suas.
Eu não estou neste mundo para viver as suas expectativas. E você não está neste mundo para viver as minhas. Você é você, e eu sou eu. E, se por acaso, nós nos encontrarmos, será ótimo. Se não, nada se pode fazer." Certas palavras podem dizer muitas coisas; Certos olhares podem valer mais do que mil palavras; Certos momentos nos fazem esquecer que existe um mundo lá fora; Certos gestos,parecem sinais guiando-nos pelo caminho; Certos toques parecem estremecer todo nosso coração; Certos detalhes nos dão certeza de que existem pessoas especiais, Assim como você que deixarão belas lembranças para todo o sempre. (o\_!_/o) (o\_!_/o) (o\_!_/o)
February 20 SAUDADES DE TANTAS COISAS“Saudades!!!!
Palavra composta de quatro vogais e quatro consoantes,
que quer dizer tudo e não diz nada.
Na saudade está o silêncio…
será que se escreve saudades com S de silêncio?
Quem inventou está palavra?
Será que sabia quantos sentimentos existia neste conjunto de letras? Por que não vontade louca de saber de ter de ver?
Por que não medo, insegurança, incerteza? Por que não desejo de voltar….? Será que o A de saudades é o A de Até breve?
Será que saudade é para rimar com felicidade?
Não!!!, Saudade rima com dor…, se rimar com felicidade seria a de reencontrar,
mas aí já não é saudade, aí vira realidade…
E o U da saudade?
Será de ultimamente? Será de únicamente? Ou será um U de um urro de dor? Saudades!!!!!!!
Palavra pequena para transmitir tantos sentimentos. Não descreve nosso amanhecer sem você. Não descreve as horas das refeições, nem daquele gostoso papos de fim de noite. Não descreve tua cama vazia, nem meus sonhos em conflitos. E o D da saudade?
Será de quanto em quanto tempo? Será que por isto ele se repete? Ou será o D do Dedo de Deus? Mas que palavra é essa, que não descreve nada!!!!!
Não fala em afago, em carinho, em você Não reflete teu rosto, nem teu sorriso bonito, com tuas covinhas na face que o fazia mais doce, mais perfeito.
E o E da saudades?
Será de estar junto? Será de esperança? Ou será E de eu te amo? Saudades, palavra tão pequena… mas poderia ter um acróstico,
que cada vogal ou consoante teriam infinitas explicações,
descreveria infinitos sentimentos, que molhariam lenços e fronhas….
Saudades!!!!!
Será de novo o S do silêncio? Ou o S de sofrer? Ou o S de Será? Será que a palavra saudades, esta relacionada com sonhar?
Será que significa voltar? Ou saudades é um eterno esperar……..” Saudades - Fernanda Queiroz December 03 EX:Professor Ricardo Peretti10 regras para comunicar bem Este é o mais natural e, ao mesmo tempo, o mais difícil instrumento à disposição do ser humano. Diz-se que estamos na era da comunicação, mas isso é só meia verdade. Vivemos, na realidade, na era dos meios de comunicação, mas as pessoas continuam tão isoladas quanto antes, porque se vive, em geral, no clima da incomunicabilidade. Há um diálogo de surdos, em que as pessoas falam em freqüências de onda diferentes. Chega-se ao paradoxo de se conviver sem se comunicar; estar-se junto sem se fazer companhia. Ou seja, há presença física e ausência de comunicação. Não é de estranhar, portanto, que a falta de comunicação seja um dos maiores problemas deste século. Ela tem sido diagnosticada como a praga da gestão moderna. Portanto, o que importa não é apenas o que você diz, mas o que a outra pessoa entende do que foi dito. Tecnicamente, você é um emissor que passa a sua idéia por símbolos (palavras, imagens e gestos) a outra pessoa. Esta, o receptor da mensagem, decodifica-la (lê ou ouve o que foi dito) e interpreta-a, chegando à sua compreensão. Tudo muito simples, na teoria. Na prática, todavia, a situação pode complicar-se muito, a menos que esteja consciente desta regra. Pergunte-se qual o resultado que pretende atingir com a comunicação (gerir um conflito, receber uma instrução, fechar um negócio ou vender uma idéia). Pode parecer estranho, mas mais de 30% das comunicações feitas nas empresas são ambíguas, dando margem a muitas interpretações por parte de quem as recebe. É como preparar uma encomenda e não dizer para onde ela deve ser enviada. Definido «o que» você quer, a próxima etapa é «como» transmiti-lo. Deve fazer a si próprio algumas perguntas. Está claro para mim o que pretendo comunicar? Como o farei? Quem são as pessoas envolvidas? Esta comunicação é mesmo necessária? Se eu não a fizer, quais serão as conseqüências? Nem sempre precisará fazer todas estas perguntas, mas não se lance num diálogo importante sem que as respostas estejam bem claras na sua cabeça. Nada é mais irritante e enfadonho do que o interlocutor perder-se em devaneios, ser impreciso e ambíguo quanto a detalhes ou então se desviar constantemente do objetivo da conversa. O assunto não flui, enquanto o desconforto e a ansiedade crescem. Os segredos duma boa conversa são a objetividade (seja direto), a clareza (não misture assuntos) e a concisão (não diga em 50 palavras o que se diz em 10). Já conversou com alguém que é constantemente interrompido por pessoas que entram na sala, por telefonemas, ou que pede licença para tratar dum assunto urgente? Gostou da experiência? Já tentou apurar se não faz o mesmo aos outros? Durante uma conversa, evite todo o tipo de interrupções que possam demonstrar falta de interesse da sua parte. Fuja dos termos técnicos e gírias que possam dificultar o entendimento. Sobretudo, não se irrite nem se mostre excitado se o interlocutor manifestar uma opinião diferente da sua. Tranqüilidade, diálogo e boa vontade mútua dissolvem qualquer desentendimento. Utilize o universo lingüístico familiar ao interlocutor e considere também o nível intelectual de quem está à sua frente. Uma linguagem elaborada pode causar excelente impressão num almoço de negócios, mas não funcionar com a recepcionista ou com o paquete. Ponha-se no lugar da outra pessoa e pergunte-se se o que você está a dizer faz algum sentido para ela. É tão importante compreender como ser compreendido. É como falar de boca cheia: é falta de educação. Deixe o interlocutor expressar a sua idéia antes de lhe responder. Muitas pessoas tornam-se tão insensíveis, que interrompem sistematicamente quem fala, como se só elas tivessem algo de importante a dizer. Mas é preciso ressalvar que certas interrupções são válidas e até enriquecem o diálogo, quando apropriadas. Ao colocar perguntas oportunas pode facilitar o diálogo e fazer fluir a conversa, desde que não a transforme num interrogatório policial. As perguntas esclarecem pontos obscuros; auxiliam pessoas tímidas a responderem a questões e a desenvolverem o seu raciocínio; faz as pessoas pouco objetavas voltarem ao assunto e sentirem-se importantes, dando-lhes confiança para falarem melhor. Mas, sobretudo, fazer perguntas demonstra que você leva a sério à obtenção de informações, além de o auxiliarem a marcar o ritmo do diálogo. Faça perguntas e seja um ouvinte atento. Anote os pontos mais importantes da conversa, escrevendo palavras-chave, frases relevantes, datas, pessoas envolvidas e números. Assim, lembrar-se-á do que foi dito quando tiver de voltar ao assunto. Porém, evite intimidar o interlocutor com a sua caneta implacável. Anote apenas o essencial. Estudos revelam que expressamos apenas 7% do significado duma mensagem através das palavras. 38% são transmitidas pelo tom de voz e 55% pela linguagem corporal. Logo, comunicamos 93% de uma mensagem de modo não verbal, através da postura, dos gestos e do tom de voz, por exemplo. Se não houver coerência entre a linguagem verbal e a não verbal, o resultado será uma distorção da comunicação e o interlocutor acreditará não no que foi dito (a verbal), mas no que ele viu e sentiu (a mensagem não verbal). Professor: Ricardo Bongiovani Peretti
October 28 Minha aura é verdeA cor da sua aura é:
Verde Paz de espírito e compaixão.
Você é organizada, planejadora e estrategista, mas teme que seus projetos não sejam bons o suficiente ou que descubram suas falhas.
Só procure não ser tão perfeccionista e mantenha a auto-estima lá em cima.
October 16 Amiga"Somos anjos de uma asa só. Temos de nos abraçar uns aos outros para poder voar ". Luciano Di Crescenzo
Obrigada Luuuu por comigo voar!!!
NÃO SEI COMO ACONTECEU, SÓ SEI QUE FOI ASSIM!
Como a gente não presta atenção nas pessoas né?
Conhecia Elizandra só de oi, boa tarde ou boa noite, tudo muito superficial.
Hoje somos amigas confidentes e companheiras.
Obrigado Elizandra (lindeza) por ser minha amiga.
October 12 Me indentifico muitoooo kkFELICIA
Nome: FELICIA
Nome Original: ELMYRA DUFF Idade: 12 anos (1990) Sexo: Feminino Espécie: HUMANA Mentor: HORTELINO TROCA-LETRAS Principais Frases: "Coelinho, eu adoro coelinho!" "Eu vou te amar, abraçar e apertar até ficar em pedacinhos" Felícia seria um belo exemplo de uma perfeita doce garotinha se não fosse por alguns porém, vamos dizer. Uma adoradora de animais, ela exerce este sentimento de uma maneira extremamente radical, apertando, amando, abraçando, esmagando e praticamente triturando seus bichinhos de estimação de tanto amor. No fundo suas intenções são boas, mas ela sempre está completamente inadvertida das confusões que causa.
Tem uma queda por Valentino Trocatapa, a quem considera seu namorado, embora ele tenha uma opinião contrária sobre o assunto, como se isso importasse para Felícia. Ela vive em uma casa de subúrbio em Acme City, aonde mantem o que podemos considerar o seu "gulag" de animais de estimação. Uma de suas grandes vontades é a de algum dia conseguir adicionar Perninha Coelho à esta sua coleção de mascotes, o que evidentemente fornece ao coelho uma boa dose de problemas de tempos em tempos.
October 06 AçõesSeptember 17 Queo estar no coração de alguémSeptember 12 AMORRRSeptember 11 Minutos de sabedoriaSolidão
Pensamento
Palavras
Amizade
Dia Especial
Amizade Esquecer e Lembrar
Percepção
Saudades Paz
Espaço Interior Equilíbrio Tenha equilíbrio e alegria. Saiba ser reconhecido. Procure ser humilde. Não lance pedras a quem o beneficiou. Não se julgue diminuído quando o ajudarem. Saiba agradecer. Quebre seu orgulho e receba com gratidão o auxílio que lhe derem. E jamais esqueça o benefício nem o benfeitor. O pior dos defeitos é a ingratidão, que despreza e apedreja hoje quem nos beneficiou ontem. September 04 Faça bem a alguém
August 31 Minuto de sabedoriaSimplicidade
Desapego BorboletasTENHO BORBOLETAS
Tenho borboletas no estômago quando olho pra ti... Quando sinto teu cheiro, elas revoam, e então sinto algo que nunca vivi.
Tenho borboletas no estômago quando te vejo sorrir... Quando teus olhos mergulham nos meus, esqueço de tudo e só quero sentir.
Tenho borboletas no estômago quando te ouço... Quando escuto tua voz, elas se agitam, dançam como fadas encantadas por ti.
Tenho borboletas no estômago quando me tocas... Quando me acaricias meu rosto e cabelos, elas imploram teus beijos, me fazem impaciente de ti...
Tenho tantas borboletas no estômago, que quando me olhas, perdidas em teus olhos, Tremo e só me faço sentir... O revoar de mais de mil borboletas, envoltas na luz que vem de ti...
Virginie Dark Angel. August 29 Borboletinhas No estômago rss...Borboletas no estômago
Artigo de Suzana Herculano-Houzel Você está "verdadeira, profunda e loucamente apaixonado/a"? Em caso de resposta afirmativa, você poderia ter participado de um estudo inglês que buscou identificar "as bases cerebrais do amor romântico", como dizia o título do relatório publicado na revista NeuroReport no ano 2000. Enquanto alguns pesquisadores começavam a comer o mingau escaldante das emoções pelas beiradas, estudando primeiro sensações relativamente simples como medo, raiva e desgosto, os neurocientistas Andreas Bartels e Semir Zeki resolveram se embrenhar de uma vez na mais complicada de todas as emoções: o amor. Amor é uma coisa tão complexa que o desafio de descrevê-lo em palavras mantém poetas ocupados há séculos. Ao mesmo tempo, no entanto, o amor é tão simples que, mesmo na ausência de uma definição consensual, mais de 70 pessoas responderam aos cartazes que Bartels e Zeki espalharam pelo University College, onde trabalham, em Londres. Zeki é um cientista renomado por suas pesquisas sobre o sistema visual, e foi por esse ponto de vista que surgiu seu interesse pelo amor. Dado que a visão é um sentido suficiente para despertar paixões -- como já diz a expressão "amor à primeira vista" --, nem é preciso conhecer muito sobre neurociência para se supor que a visão do rosto do ser querido, que já basta para dar aquela sensação que os americanos muito apropriadamente descrevem como "borboletas no estômago", deve sofrer algum tipo de processamento especial no cérebro. Ao mesmo tempo, no entanto, aquele rosto especial para você provavelmente não é apaixonante para o seu vizinho (a menos, é claro, que sua pessoa especial seja um George Clooney ou uma Julia Roberts). E um rosto que para você é apenas amigo pode ser o objeto da paixão do seu vizinho. Foi por aí que Bartels e Zeki decidiram abordar a questão: o que o rosto amado desperta no cérebro de pessoas apaixonadas que o rosto de apenas bons amigos não faz? Para garantir, na medida do possível, que os participantes do estudo estavam realmente transbordando de paixão, os pesquisadores pediram que eles descrevessem seus sentimentos por escrito e em uma entrevista. Os 17 homens e mulheres mais apaixonados (de 11 países e diversas etnias) forneceram então fotos 3x4 do objeto da sua paixão, e de mais três amigos do sexo oposto, de idade similar à da pessoa amada. Durante um exame de ressonância magnética funcional, tudo o que se pedia dos apaixonados era que relaxassem enquanto olhavam os retratos por alguns segundos e pensavam naquela pessoa. Em seguida, os apaixonados avaliaram seus sentimentos pelas pessoas retratadas numa escala de 1 a 9. Como era de se esperar, o objeto da paixão despertava sensações amorosas fortes (nota 7,5) e duas vezes mais intensas que rostos amigos, e uma excitação sexual modesta (nota 4,4) comparada à quase indiferença (nota 1,4) despertada pela visão dos amigos. Embora exista no cérebro uma região dedicada ao reconhecimento de rostos, ela não demonstra nenhuma resposta especial ao rosto da pessoa amada em comparação com o rosto de amigos. A diferença está sobretudo em três outras áreas, bastante distantes das regiões visuais do cérebro. O rosto da pessoa amada causa ativação intensa no córtex, a camada superficial do cérebro, nas regiões da ínsula e do cingulado anterior, e uma queda na atividade do córtex pré-frontal do lado direito do cérebro. Está certo que fica difícil garantir que todas as diferenças encontradas no estudo se deviam à sensação de amor ao ver o rosto da pessoa amada, e não aos desejos sexuais tão difíceis de dissociar da paixão. No entanto, qualquer tipo de desejo despertado nos apaixonados no estudo de Bartels e Zeki estava ligado à intimidade com os fotografados. Para um observador externo, todas as fotos do estudo eram apenas neutras: a diferença existe somente para o cérebro do apaixonado. Dada a complexidade do sentimento do amor, os pesquisadores ficaram surpresos ao observar que a reação ao rosto amado difere tão pouco da reação a rostos amigos. Quantitativamente pode ser uma diferença pequena, é verdade; mas qualitativamente ela é muito significativa. A ínsula, região do córtex até recentemente menosprezada, participa da representação dos estados internos do corpo, inclusive das mudanças que acompanham diferentes emoções. Talvez sua ativação, que por sinal também ocorre quando se vê um rosto atraente desconhecido, confira aquela sensação agradável na barriga quando nos deparamos com o objeto da nossa afeição. Não deve ser surpresa nenhuma descobrir que o cérebro reage de modo bastante semelhante durante a excitação sexual: com ativação na ínsula e no cingulado anterior em regiões imediatamente vizinhas às encontradas por Bartels e Zeki, e queda na atividade do córtex pré-frontal direito. E a essa altura deve ser ainda menos surpreendente saber que a euforia causada por drogas como cocaína e opióides também é acompanhada por ativação das mesmas regiões da ínsula e do cingulado anterior. Tradução: o amor dá barato, e ver a pessoa amada é uma forma natural e prazerosa de se começar o dia. Não é à toa que o casamento, apesar das taxas de divórcio crescentes, continua fazendo milhões de adeptos mundo afora! * A autora é Ph.D. em Neurociência pela Université Paris VI, mestra em Ciências pela Case Western Reserve University, bióloga Owww PAIXÂOOOO
August 27 Platão
August 23 Ai o "AMOR"
"AMOR"
A palavra amor (do latim amor) presta-se a múltiplos significados na língua portuguesa. Pode significar afeição, compaixão, misericórdia, ou ainda, inclinação, atração, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido, etc. O conceito mais popular de amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém, ou com algum objeto que seja capaz de receber este comportamento amoroso e alimentar as estimulações sensoriais e psicológicas necessárias para a sua manutenção e motivação.
Características do amor.
Fala-se do amor das mais diversas formas: amor físico, amor platônico, amor materno, amor a Deus, amor a vida. É o tipo de amor que tem relação com o caráter da própria pessoa e a motiva a amar (no sentido de querer bem e agir em prol).
As muitas dificuldades que essa diversidade de termos oferece, em conjunto à suposta unidade de significado, ocorrem não só nos idiomas modernos, mas também no grego e no latim. O grego possui outras palavras para amor, cada qual denotando um sentido específico. No latim encontramos amor, dilectio, charitas, bem como Eros, quando se refere ao amor personificado numa deidade.
Amar também tem o sentido de gostar muito, sendo assim possível amar qualquer ser vivo ou objeto.
A Bíblia nos dá uma grande tradução para o amor em II Coríntios 13. O amor é diferente de sexo. O sexo é um complemento do amor no matrimônio, namoro ou noivado.
O amor busca o bem da (o) parceira (o), busca a verdade, a fidelidade, a comunhão. O amor não se ufana, não se irrita por qualquer motivo.
Amor platônico
Amor platônico é uma expressão usada para designar um amor ideal, alheio a interesses ou gozos. Um sentido popular pode ser o de um amor impossível de se realizar, um amor perfeito, ideal, puro, casto. Trata-se, contudo, de uma má interpretação da filosofia de Platão, quando vincula o atributo "platônico" ao sentido de algo existente apenas no plano das idéias. Porque Idéia em Platão não é uma cogitação da razão ou da fantasia humana. É a realidade essencial. O mundo da matéria seria apenas uma sombra que lembraria a luz da verdade essencial.
Disso pode-se concluir que o amor Platônico é uma interpretação equivocada do conceito de Amor na filosofia de Platão. O amor em Platão é falta. Ou seja, o amante busca no amado a Idéia - verdade essencial - que não possui.
Nisto supre sua falta e se torna pleno, de modo dialético, recíproco. Nem de longe é a noção de amor covarde que nunca se realizará.
Em contraposição ao conceito de Amor na filosofia de Platão está o conceito de Paixão. A Paixão seria o desejo voltado exclusivamente para o mundo das sombras, abandonando-se a busca da realidade essencial. O amor em Platão não condena o sexo, ou as coisas da vida material.
Perspectiva filosófica
O Triunfo de Vênus, de Angelo Bronzino.Diferentemente do conceito de amor platônico, quando se fala do amor em Platão estamos nos referindo ao pensamento deste filósofo sobre o amor. A noção de amor é central no pensamento platônico. Em seus diálogos, Sócrates dizia que o amor era a única coisa que ele podia entender e falar com conhecimento de causa. Platão compara-o a uma caçada (comparação aplicada também ao ato de conhecer) e distinguia três tipos de amor: o amor terreno, do corpo; o amor da alma, celestial (que leva ao conhecimento e o produz); e outro que é a mistura dos dois. Em todo caso o amor, em Platão, é o desejo por algo que não se possui. A temática do amor é comum a quase todos os filósofos gregos, entendido como um princípio que governa a união dos elementos naturais e como princípio de relação entre os seres humanos. Depois de Platão, entretanto, só os platônicos e os neoplatônicos consideraram o amor um conceito fundamental. Em Plutarco o amor é a aspiração daquilo que carece de forma (ou só a tem minimamente) às formas puras e, em última instância, à Forma Pura do Bem. Em "As Enéadas", Plotino trata do amor da alma à inteligência; e na sua Epistola ad Marcelam, Porfírio menciona os quatro princípios de Deus: a fé, a verdade, o amor e a esperança. No pensamento neoplatônico, o conceito de amor tem um significado fundamentalmente metafísico ou metafísico-religioso.
O amor original
A permissão ocorre em um nível de aceitação natural, mental ou físico, no qual o ser dá abertura ao outro sem que sejam necessárias quaisquer obrigações ou atitudes desmeritórias ou confusas de nenhuma das partes. A liberdade de amar, quando o sentimento preenche de alguma forma a alma e o corpo e não somente por alguns minutos, dias ou meses, mas por muitos anos, quiçá eternamente enquanto dure e mais nas lembranças e memórias.
Por que você me ama? Porque você permitiu. Essa frase remete ao mais simples mecanismo de reciprocidade e lealdade, se um pergunta ao outro a razão de seu sentimento de amor em direção a ele, a resposta só poderia ser essa. A razão do sentimento de amor em direção à outra pessoa recaí na própria pessoa amada, que em seus gestos, palavras, pensamentos e ações conferiu permissão a que a outra pessoa ou ser - podendo até ser um animal de estimação - o dedicasse aquele sentimento de amor.
O amor pode ser entendido de diferentes formas, e tomado por certo conquanto é um sentimento, dessa forma é abstrato, sem forma, sem cor, sem tamanho ou textura. Mas é por si só: O sentimento em excelência; o que quer dizer que é o sentimento primário e inicial de todo e cada ser humano, animal ou qualquer outro ser dotado de sentimentos e capacidade de raciocínio natural.
Todos carecem de amor e querem reconhecer esse sentimento em si e nos outros, não importando idade ou sexo. O amor é vital para nossas vidas como o ar, e é notoriamente reconhecido que sem amor a criatura não sobrevive conquanto o amor equilibra e traz a paz de espírito quando é necessário.
Eros
Corações estilizados: um símbolo do amor.Eros representa a parte consciente do amor que uma pessoa sente por outra. É o amor que se liga de forma mais clara à atração física, e freqüentemente compele as pessoas a manterem um relacionamento amoroso continuado. Nesse sentido também é sinônimo de relação sexual.
Ao contrário vem a Psique, que representa o sentimento mais espiritual e profundo.
Pragma
Pragma (do grego, "prática", "negócio") seria uma forma de amor que prioriza o lado prático das coisas. O indivíduo avalia todas as possíveis implicações antes de embarcar num romance. Se o namoro aparente tiver futuro, ele investe. Se não, desiste. Cultiva uma lista de pré-requisitos para o parceiro ou a parceira ideal e pondera muito antes de se comprometer. Procura um bom pai ou uma boa mãe para os filhos e leva em conta o conforto material. Está sempre cheio de perguntas. O que será que a minha família vai achar? Se eu me casar, como estarei daqui a cinco anos? Como minha vida vai mudar se eu me casar?
Amor interessado em fazer bem a si mesmo, Amor que espera algo em troca.
Philia Em grego, significa altruísmo, generosidade. A dedicação ao outro vem sempre antes do próprio interesse. Quem pratica esse estilo de amor entrega-se totalmente à relação e não se importa em abrir mão de certas vontades para a satisfação do ser amado. Investe constantemente no relacionamento, mesmo sem ser correspondido. Sente-se bem quando o outro demonstra alegria. No limite, é capaz até mesmo de renunciar ao parceiro se acreditar que ele pode ser mais feliz com outra pessoa. É visto por muitos, como uma forma incondicional de amar. A interpretação cristã sobre a origem de Jesus, engloba este tipo de amor para descrever o ato de Deus, que, ao ver a humanidade perdida, entrega seu filho unigênito, para ser morto em favor do homem.
Storge É o nome da divindade grega da amizade. Por isso, quem tende a ter esse estilo de amor valoriza a confiança mútua, o entrosamento e os projetos compartilhados. O romance começa de maneira tão gradual que os parceiros nem sabem dizer quando exatamente. A atração física não é o principal. Os namorados-amigos não tendem a ter relacionamentos calorosos, mas sim tranqüilos e afetuosos. Preferem cativar a seduzir. E, em geral, mantêm ligações bastante duradouras e estáveis. O que conta é a confiança mútua e os valores compartilhados. Os amantes do tipo storge revelam satisfação com a vida afetiva. Acontece geralmente entre grandes amigos. Normalmente os casais com este tipo de amor conhecem muito bem um ao outro. Atração física, paixão e amor
Atração física Na atração física reside os nossos instintos atrelados ao nosso estado fisiológico como as necessidades sexuais, prazer e perpetuidade da espécie. Paixão
A paixão é um forte sentimento que se pode tomar até mesmo como uma patologia provinda do amor. Manifestada a paixão em devida circunstância, o indivíduo tende a ser menos racional, priorizando o instinto de possuir o objeto que lhe causou o desejo. Sendo assim, o apaixonado pode transcender seus limites no que tange a razão e, em situações extremas, beira a obsessão. Essa atração intensa e impetuosa está intimamente ligada à baixa de serotonina no cérebro: substância química (neurotransmissor) responsável por vários sentimentos e patologias, dentre eles a ansiedade e o estresse; a depressão e a psicose obsessiva-compulsiva.
Amor Interpessoal
O Amor Interpessoal se refere ao amor entre os seres humanos. É um sentimento mais potente do que um simples gostar entre duas ou mais pessoas. Sem amor refere-se aos sentimentos de amor que não são reciprocidade. Amor Interpessoal é mais associado com relações interpessoais. Tal amor pode existir entre familiares, amigos e casais. Há também uma série de distúrbios psicológicos relacionados ao amor, como erotomania.
Alguns sentimentos que são frequentemente associados com Amor Interpessoal:
Carinho: sentimentos de ternura e / ou querendo proximidade física
Atração: satisfazer necessidades básicas emocionais
Altruísmo: altruísta ou altruísta preocupação para outrem
Reciprocidade: se o amor é recíproco
Compromisso: um desejo de manter o amor
Intimidade emocional: a troca de emoções e sentimentos
Amizade: o espírito entre amigos
Parentesco: laços familiares
Paixão: desejo constante, sentido via modificação do ritmo cardíaco
Intimidade física: compartilhamento do espaço pessoal e íntimo
A auto-interesse: quando se visa recompensas
Serviço: desejo de ajudar
A sexualidade pode ser um elemento importante na determinação da forma de um relacionamento. Enquanto a atração sexual, muitas vezes, cria um novo vínculo sexual. Esta intenção, quando isolada, pode ser considerada indesejável ou inadequada em certos tipos de amor. Em muitas religiões e sistemas de ética é considerada errada, a maneira de agir sobre desejo sexual para com a família de forma imediata. Como por exemplo: para as crianças, ou fora de um relacionamento empenhado. No entanto, há muitas maneiras de expressar amor apaixonado sem sexo. Afeto, intimidade emocional, partilha de interesses e experiências são comuns nas amizades e amores de todos os seres humanos.
Modelos científicos As Ciências Biológicas tem modelos de amor que o descrevem como um instinto de mamíferos, tal como fome ou sede. Na psicologia vê-se o amor como mais de um fenômeno: social e cultural. Há provavelmente elementos de verdade em ambas as posições - o amor é certamente influenciada por hormônio s (tais como oxitocina), neurotransmissores (como NGF), e Feromônio s, bem como a forma de pensar das pessoas o que faz com que estas se comportem com relação ao amor de maneira influenciada por suas concepções do que é o amor. A visão convencional da biologia é que existem duas grandes vertentes no amor - atração sexual e penhora. Isto faria com que este comportamento entre adultos de uma determinada espécie se empenhassem na criação dos seus descendentes da mesma maneira com a qual a trabalhar com os mesmos princípios que levam uma criança a tornar-se ligado a sua mãe. O ponto de vista tradicional da psicologia vê o amor como sendo uma combinação de compromisso amoroso e amor apaixonado. Amor apaixonado é intenso, é desejo, e é muitas vezes acompanhada por exitação fisiológica (falta de ar, rápidas do ritmo cardíaco). Compromisso amoroso é afeto e uma sensação de intimidade não acompanhados de excitação fisiológica.
A Teoria Triangular do Amor de Sternberg Na Teoria Triangular do Amor, o amor é caracterizada por três elementos: intimidade, paixão e compromisso.
Cada um destes elementos pode estar presente em um relacionamento, produzindo as seguintes combinações:
Conexão ou amizade (intimidade)
'Infatuation ou 'limerence (paixão)
'Empenho amoroso' (empenho)
Amor romântico (intimidade + paixão)
'Compromisso amoroso' (intimidade + empenho)
'Amor Fático' (paixão + empenho)
'Amor Comsumado' (intimidade + paixão + empenho)
Estilos de Amor
Eros (amor) - um amor apaixonado fundamentado e baseado na aparência física
Psiquê - um amor "espiritual", baseado na mente e nos sentimentos eternos Ludus - o amor que é jogado como um jogo; amor brincalhão
Storge - um amor afetuoso que se desenvolve lentamente, com base em similaridade
Pragma - pragmática amor, amor que visualiza apenas o momento e a necessidade temporária, do agora.
Mania - amor altamente emocional; instável; o estereótipo de amor romântico
Agape - amor altruísta; espiritual
Hendrick e Hendrick encontraram em sua pesquisa os seguintes dados. Os homens tendem a ser mais lúdicos e maníacos, enquanto as mulheres tendem a ser estéricas e pragmáticas. Relacionamentos baseados em amor de estilos semelhantes tendem a durar mais tempo. Em 2007, pesquisadores da Universidade de Pavia liderados pelo Dr. Enzo Emanuele forneceram provas da existência de uma base genética para variações individuais em verificada na Teoria dos Estilos amorosos de Lee. O Eros relaciona-se com a dopamina no sistema nervoso; e Mania à serotonina no sistema nervoso.
Amor, paixão, e loucura Estudos têm demonstrado que o escaneamento dos cérebros dos indivíduos apaixonados exibe uma semelhança com as pessoas portadoras de uma doença mental. O amor cria uma atividade na mesma área do cérebro que a fome, a sede, e drogas pesadas, criando atividade Polimerase. Novos amores, portanto, poderiam ser mais emocionais do que físicos. Ao longo do tempo, essa reação ao amor muda, e diferentes áreas do cérebro são ativadas, principalmente naqueles amores que envolvem compromissos de longo prazo. Dr. Andrew Newberg, um neurocientista, sugere que esta reação de modificação do amor é tão semelhante ao do vício as drogas, porque sem amor, a humanidade morreria. Amor nas diferentes culturas Grego antigo Emoção Emoção, numa definição mais geral, é um impulso neural que move um organismo para a ação. A emoção se diferencia do sentimento, porque, conforme observado, é um estado psico-fisiológico. O sentimento, por outro lado, é a emoção filtrada através dos centros cognitivos do cérebro, especificamente o lobo frontal, produzindo uma mudança fisiológica em acréscimo à mudança psico-fisiológica. Daniel Goleman, em seu livro Inteligência Emocional, discute esta diferenciação por extenso. Etimologia
Etimologicamente, a palavra emoção provém do Latim emotionem, "movimento, comoção, acto de mover". É derivado tardio duma forma composta de duas palavras latinas: ex, "fora, para fora", e motio, "movimento, ação", "comoção" e "gesto". Esta formação latina será tomada como empréstimo por todas as línguas modernas européias. A primeira documentação do francês émotion é de 1538. A do inglês emotion é de 1579. O italiano emozione, o português emoção datam do começo do século XVII. Nas duas primeiras línguas, a acepção mais antiga é a de "agitação popular, desordem". Posteriormente, é documentada no sentido de "agitação da mente ou do espírito".
A palavra aparece normalmente denotando a natureza imediata dessa agitação nos humanos e a forma em que é experimentada por eles, ainda que em algumas culturas e em certos modos de pensamento é atribuída a todos os seres vivos. A comunidade científica aplica-a na linguagem da psicologia, desde o século XIX, a toda criatura que mostra respostas complexas similares às que os humanos se referem geralmente como emoção.
Emoção cognitiva
Cognição diz respeito ao conhecimento, então, emoção cognitiva é aquela que sentimos e sabemos definir o porque de senti-la. Um bom exemplo é quando vemos alguém atirar com uma arma em nossa direção e sabemos que são tiros de festim. Provavelmente nossa emoção é menor do que se não soubessemos a respeito do festim. A avaliação cognitiva é importante pois através dela podemos aprender a controlar uma determinada emoção. August 22 Perceba
August 14 Silêncio
August 08 Guerreiros
August 05 Dureza
August 04 Contar!!
August 01 Me perco
July 29 Talento
Assim que você confiar em si mesmo, viver terá outro significado.
O talento educa-se na calma, o caráter no tumulto da vida. Goethe |
Todas as falhas humanas provêm da impaciência. July 25 Falando sobre Alanis Morissette: 'Moratorium Pt. 2'Citação Alanis Morissette: 'Moratorium Pt. 2'
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